Não há risco de faltar vacina contra aftosa na campanha entre 1º e 20 de novembro, garantiu o secretário da Agricultura, Antônio Poloni, ao participar ontem, em Toledo, do Fórum ''Paraná sem Aftosa'', que visa discutir com produtores e entidades do setor as estratégias que serão adotadas durante a campanha. Observou que todas as vezes que se aproxima o período de vacinação surgem ''boatos'' de que a quantidade não será suficiente. ''Nunca faltou, e não será dessa vez que isso acontecerá'', ressalta.
Em relação às fronteiras com Paraguai e Argentina, Poloni afirmou que não haverá fiscalização mais rigorosa nas aduanas para conter contrabando de carne. Lembra que durante a primeira etapa da campanha, em maio, existiam focos nesses países, por isso, se fez necessária a presença do Exército.
Poloni aproveitou a oportunidade para adiantar que já foram imunizadas as 300 cabeças de gado da Fazenda 7 Mil, na região de Apucarana, pertencente ao MST. Na primeira fase da campanha, os técnicos da Seab tiveram muitas dificuldades para imunizar o rebanho, tendo sido necessária a prorrogação do prazo.
Para o Delegado do Ministério da Agricultura, Gil Bueno, o mundo atual está dividido em dois grupos, um formado pelos países livres da febre aftosa e o outro pelos que ainda possuem focos da doença. Ele acredita que o Paraná em pouco tempo terá condições de exportar carnes para todos os grandes mercados mundiais.

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