São Pau­lo - A Pe­tro­bras re­gis­trou no se­gun­do tri­mes­tre des­te ano o ­maior lu­cro en­tre as em­pre­sas não-fi­nan­cei­ras de ca­pi­tal aber­to da Amé­ri­ca La­ti­na e Es­ta­dos Uni­dos, se­gun­do le­van­ta­men­to da con­sul­to­ria Eco­no­má­ti­ca. O lu­cro lí­qui­do da pe­tro­lí­fe­ra bra­si­lei­ra de ­abril a ju­nho foi de US$ 3,963 bi­lhões. Con­si­de­ran­do tam­bém as em­pre­sas fi­nan­cei­ras na lis­ta, a em­pre­sa bra­si­lei­ra res­pon­de­ria pe­la se­gun­da co­lo­ca­ção, fi­can­do ­atrás ape­nas do ban­co nor­te-ame­ri­ca­no Ci­ti­group, com ga­nhos de US$ 4,279 bi­lhões.
  En­tre os 20 maio­res lu­cros de em­pre­sas ape­nas la­ti­no-ame­ri­ca­nas, en­con­tram-se 12 bra­si­lei­ras, com des­ta­que pa­ra os ban­cos: ­Itaú Uni­ban­co, em ter­cei­ro lu­gar, com lu­cro de US$ 1,317 bi­lhão; Ban­co do Bra­sil, em quar­to, com US$ 1,203 bi­lhão; Bra­des­co, em quin­to, com US$ 1,177 bi­lhão; e San­tan­der, em 19º, com US$ 301 mi­lhões.
  ­Além da Pe­tro­bras, que li­de­rou o ran­king de lu­cros da Amé­ri­ca La­ti­na, com­ple­tam a lis­ta as em­pre­sas bra­si­lei­ras Va­le, em 6º, com US$ 752 mi­lhões; Am­Bev, em 7º, com US$ 705 mi­lhões; Bras­kem, em 8º, com US$ 592 mi­lhões; Itaú­sa, em 9º, com US$ 516 mi­lhões; TAM, em 11º, com US$ 404 mi­lhões; ­Cesp, em 13º, com US$ 366 mi­lhões; e Ara­cruz, em 18º, com US$ 312 mi­lhões.
  De acor­do com a Eco­no­má­ti­ca, o le­van­ta­men­to con­si­de­rou to­dos os re­la­tó­rios en­via­dos aos or­ga­nis­mos re­gu­la­do­res de ca­da ­país da Amé­ri­ca La­ti­na e Es­ta­dos Uni­dos até o dia 1º de se­tem­bro. No ca­so do Bra­sil, a con­sul­ta foi à Co­mis­são de Va­lo­res Mo­bi­liá­rios (CVM), sen­do que a Eco­no­má­ti­ca con­ver­teu os va­lo­res ori­gi­nais pe­la co­ta­ção de ven­da do dó­lar do dia 30 de ju­nho.

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