Por conta dos focos registrados, a demanda por informações tem sido intensa na Embrapa Soja. Tanto que os pesquisadores montaram dois treinamentos semanais (às terças e quintas-feiras) para orientar técnicos na detecção da doença e meios de controle. A expectativa é que esses técnicos depois repassem aos produtores todas as informações. As turmas têm reunido de 30 a 40 alunos em cada um dos treinamentos.
A pesquisadora garante que hoje a principal linha de pesquisa da Embrapa Soja é desenvolver cultivares resistentes à doença. No ano passado as cultivares em estudo tiveram sua resistência quebrada devido à genes de resistência do próprio fungo da ferrugem.
O desenvolvimento de variedades resistentes, no entanto, é um trabalho de longo prazo; de no mínimo dois a três anos de estudos. Até lá o produtor tem que fazer monitoramento e controle químico.

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