Os avanços da tecnologia têm contribuído para reduzir o custo final dos alimentos. Um dos exemplos mais evidentes ocorre com o feijão. Conforme levantamento do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), o consumidor estaria pagando hoje R$ 4,37 o quilo do feijão carioquinha, não fossem os bons resultados das pesquisas com a cultura. Em 2000, o consumidor pagou em média R$ 0,74 o quilo do produto.
No passado, como ocorria na década de 70, quando a média de produtividade era de 500 quilos por hectare, os produtores plantavam feijão apenas para consumo próprio, vendendo o excedente. Hoje, com a ajuda da pesquisa e da extensão rural, os produtores cultivam o feijão com tecnologia, e a cultura é considerada comercial, o que dá lucro ao produtor. Há regiões no Paraná, como o Norte Pioneiro, onde a produtividade varia entre 2 mil e 3 mil quilos por hectare.
Esse assunto será discutido durante a 5ª Reunião Sul Brasileira do Feijão, de 21 a 22 deste mês, na sede do Iapar, em Londrina.

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