Guto Rocha
De Londrina
Novas tecnologias, recomendações técnicas e tendências de mercado são os principais pontos que serão debatidos no 1º Seminário do Trigo que acontece entre 21 e 24 de fevereiro, em Londrina. O encontro é promovido pelo Iapar, Ocepar, Embrapa e Fapeagro.
Segundo o presidente da comissão organizadora do seminário, Luiz Alberto Campos, o evento substitui as reuniões anuais da Comissão Centro-Sul Brasileira de Trigo. ‘‘A diferença é que o seminário será um evento aberto à participação de todos os componentes da cadeia produtiva do trigo, enquanto que a reunião da comissão se limitava ao debate entre pesquisadores’’, comentou.
Santos afirmou que o seminário terá um caráter mais informativo sobre as necessidades da cadeia produtiva do trigo. Nas reuniões da comissão, segundo ele, os pesquisadores avaliavam os resultados dos ensaios e faziam as recomendações técnicas para a safra. Agora, com a participação dos outros elos da cadeia produtiva, serão discutidas questões como qualidade do trigo para a indústria de alimentos, comercialização da safra e custos de produção.
Na parte técnica do evento, os participantes conhecerão quatro novas cultivares de trigo: a BRS192 e BRS 193, desenvolvidas pela Embrapa, a CD106, da Coodetec e a Alcover, desenvolvida pela VR Sementes. Santos observou no entanto que estas cultivares não estarão disponíveis para o plantio nesta safra. ‘‘Elas serão apresentadas e depois poderão ser conhecidas pelos produtores em campos experimentais’’, comentou.
O seminário será aberto no dia 21, segunda-feira, às 20 horas, pelo presidente da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo), Roland Guth, que falará sobre as ‘‘Perspectiva do mercado futuro do trigo’’. A sessão de abertura será no auditório do Hotel Sumatra. As demais palestras serão realizadas no Centro de Treinamento do Iapar. As inscrições para o seminário poderão ser feitas no dia 21, das 14 horas às 18 horas, e custam R$ 20,00.

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