DivulgaçãoVista aérea da usina de Salto Caxias, no estágio atual das obrasCriada em 1954, a Copel aprendeu logo no começo que era preciso pesquisar, desenvolver e aplicar novas tecnologias nas áreas de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica para garantir um lugar de destaque no País. Por isso, apoiou-se em uma forte base de pesquisa, sempre em busca de resultados melhores e mais eficientes, o que permitiu à empresa acumular um valioso arquivo técnico.
Na época da construção da barragem da usina de Foz do Areia, ela era a maior do mundo em termos de altura máxima sobre fundações (160 metros), área de face de concreto e volume de enrocamento. Com o apoio do então presidente da empresa, Arturo Andreolli, os engenheiros adaptaram e aperfeiçoaram a técnica de enrocamento, superando desafios que permitiram que a usina de Foz do Areia entrasse em funcionamento comercial em 1980.
Em Segredo, a técnica, já aperfeiçoada, foi aplicada numa barragem de 145 metros de altura. ‘‘Ali a Copel atingiu o estado de arte no uso de enrocamento com face de concreto’’, diz Barry Cooke, consultor internacional na área de energia elétrica. Hoje, Foz do Areia e Segredo são referências tanto nacional como internacional, entre as melhores obras de engenharia do setor elétrico em todo o mundo.
O cuidado com o meio ambiente é outro destaque. Na última segunda-feira, 44 estudantes do curso de engenharia civil da Universidade Federal de Santa Maria (RS) estiveram na obra de Salto Caxias para conhecer as diversas técnicas e tecnologias usadas pela Copel na construção da usina, que fica no rio Iguaçu, entre os municípios de Capitão Leônidas Marques e Nova Prata do Iguaçu. E o principal atrativo da visita foi o projeto ambiental que está sendo desenvolvido.
Os estudantes, acompanhados do professor Thales Augusto Araújo, da UFSM, passaram o dia inteiro no canteiro de obras recebendo informações sobre o desenvolvimento do projeto e a utilização de novas tecnologias, como o uso de concreto compactado a rolo (CCR).

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