PESQUISA - Redução no preço dos alimentos reflete na despesa familiar
O gasto médio das famílias brasileiras com alimentação diminuiu ao longo dos anos, de acordo com análise feita pelos pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP. Na semana passada foi lançado um livro sobre o assunto Gastos e consumo das famílias brasileiras contemporâneas. A pesquisa mostra que há 20 anos, 22,16% da despesa corrente familiar eram gastos com alimentação, de acordo com dados da Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Esse gasto diminuiu para 20,45% na POF de 1995/1996 e para 18,70% na POF de 2002 e 2003. Em contrapartida, as despesas com transporte e educação aumentaram no mesmo período. Na análise dos pesquisadores, os gastos com alimentação caíram porque a inflação sob controle e a estabilidade econômica reduziram os preços dos alimentos e, dessa forma, o peso desse gasto no orçamento familiar também diminuiu. A pesquisa concluiu também que a estabilidade econômica, os juros mais baixos, a abertura econômica, a redução de preços relativos, a melhoria da renda e aumento do acesso ao crédito permitiram que a população mais pobre tivesse mais acesso a serviços e bens de consumo duráveis, com grande destaque para os produtos relacionados à informática, que até então eram restritos às camadas mais abastadas da população. Já a classe média não pôde contar com a melhoria das condições de vida observada nas camadas mais pobres. A pesquisa mostra que houve aumento nos gastos com educação e transportes, por conta do aumento de preços. E os gastos com impostos também tiveram crescimento significativo para esta camada da população.
É a ciência que estuda a superfície da Terra. Ela descreve e analisa como os fenômenos físicos, biológicos e humanos variam no espaço. Para dar conta de tudo isso, é necessário percorrer, medir e estudar o território. O resultado desse trabalho é a produção de mapas e a realização de estudos e pesquisas sobre relevo, solo, clima, geologia, recursos hídricos, fauna, flora e as condições do meio ambiente.
Estão distribuídos na pirâmide em oito níveis, sugerindo a maior participação e importância dos alimentos nos grupos de base para o topo da pirâmide: cereais, pão, raízes (fonte de carboidratos); frutas, verduras e legumes (fonte de vitaminas, minerais e fibras); feijões (fonte de proteína vegetal e fibras); leite, iogurtes e queijo (fonte de proteínas, cálcio e vitaminas) e, localizados no topo, os óleos e gorduras (fonte de gordura) os açúcares e doces (fonte de carboidrato simples).
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