A maioria dos brasileiros não resiste a um produto pirateado. É o que mostra pesquisa divulgada semana passada pela Ipsos Public Affairs. O estudo, realizado em 9 regiões metropolitanas e mais 70 municípios, revelou que 52% dos brasileiros já compraram algum produto ilegal. Homens compram mais que as mulheres e, considerando a classe social, a maioria dos compradores está nas classes A e B. Por faixa etária, o estudo indica que 75% dos compradores de mercadorias pirateadas têm entre 16 a 24 anos. No levantamento por renda, responderam que adquiriram estes produtos a maior parte das pessoas
que recebe entre R$ 1.000 a
R$ 1.800, com 63%.
  Os produtos mais comprados são os DVDs em geral (21%), brinquedos (17%), óculos escuros (16%), DVDs de filmes (15%), relógios (14%), bolsas (13%), equipamentos de som para casa ou carro (7%), fitas de vídeo (4%), programas de computador (4%) e aparelhos de videocassete (2%).
  Para 52% dos consumidores a pirataria não é um problema‘‘porque o Brasil é um país pobre e as pessoas nem sempre tem dinheiro para comprar produtos oficiais’’.

É aquele produto (programa de computador, material audiovisual ou fonográfico, etc.) que foi copiado sem autorização do autor ou sem respeito aos direitos de autoria e cópia, para fins de comercialização ilegal ou para uso pessoal.

Sigla de Digital Versatile Disc (antes denominado Digital Video Disc). Seu aspecto é semelhante ao de um CD, mas sua capacidade de armazenamento é de 7 a 14 vezes maior (no mínimo 4,7 GB), o suficiente para um filme de longa-metragem normal. Uma de suas vantagens é a sua compatibilidade com o CD-ROM. Isso significa que um leitor de DVD lê CDs comuns – musicais ou dados. O novo produto pode substituir as atuais fitas de vídeo, os CDs e os CD-ROMs.

O Programa Folha Cidadania tem como objetivo criar o hábito de leitura entre os jovens.

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