Os cálculos do Sistema de Contas Nacionais do IBGE revelam uma inflação para efeito de cálculo do PIB, o chamado ‘‘deflator implícito’’, menor do que os índices de preços calculados durante 1999. O deflator ficou em 4,33% porque, segundo Eduardo Nunes, as empresas não puderam repassar para o consumidor os aumentos decorrentes da elevação no custo dos importados. A agricultura cresceu 7,4% em 1999; os serviços, 1,9%; e a indústria caiu 1,6%.
No ano passado, aumentou o peso dos impostos no PIB, atingindo 31,67%, contra 29,33% no ano anterior. ‘‘Um aumento de impostos tem um impacto imediato de aumento do PIB, mas pode provocar uma retração no ano seguinte devido ao desestímulo ao consumo’’, comenta Eduardo Nunes.

mockup