Estudantes que estão prestes a concluir a graduação em Engenharia Industrial Madeireira e recém-formados mostram otimismo quanto às perspectivas de carreira. Rodrigo Longo Pleszczak, de 21 anos, estudante do último ano do curso da UFPR, fez intercâmbios na área e desenvolveu atividades na França e na Estônia (a universidade tem três vertentes de intercâmbio, na França, na Alemanha e no Chile). Ele se interessa pelas áreas de serraria e beneficiamentos.
''No exterior, o profissional de Engenharia Industrial Madeireira é bem reconhecido. As perspectivas no Brasil são muito boas, apesar do setor ter sofrido com a crise'', explica o estudante.
A recém-formada Patrícia Quinsler, de 28 anos, também fez intercâmbio e estudou na Alemanha. Atualmente, trabalha numa empresa de São Paulo que faz produtos químicos para o setor papeleiro. Ela planeja fazer mestrado na área. ''A Engenharia Industrial Madeireira tem um potencial muito grande. Ainda faltam tecnologia e mão de obra realmente preparada'', diz Patrícia.
Daniele Cristina Potulski, de 22 anos, também recém-formada, quer seguir a carreira acadêmica e acredita que o mercado do setor no Brasil vai se desenvolver mais nos próximos anos. ''Ainda existem muitas indústrias madeireiras de perfil familiar, que não são muito 'abertas'. Isso deve mudar conforme a profissão de engenheiro industrial madeireiro se tornar mais conhecida'', argumenta. (F.G.)

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