Optar por um tipo de investimento ou aplicação depende unicamente do perfil do aplicador. ''Fazemos uma análise sob a ótica do cliente: o que ele quer, o quanto pretende aplicar, o quanto espera lucrar. Em cima disso sugerimos algumas opções'', informa Roberto Luiz Bachmann, superintendente de Negócios da Caixa Econômica em Londrina.
Segundo ele, uma aplicação financeira está firmada em um tripé: segurança, liquidez e rentabilidade. ''Se o cliente valoriza a segurança e abre mão da liquidez e rentabilidade, então a melhor alternativa é a caderneta de poupança. Se a atração é por liquidez diária, um pouco de rentabilidade, mas abre mão da segurança, então a saída são os fundos de investimento'', sugere Bachmann.
Conforme o superintendente da Caixa, se o cliente estiver procurando maior rentabilidade e não se preocupar com a pouca segurança, a alternativa pode ser a aplicação em fundos de ações.
Bachmann frisa que o que tem se observado nos últimos meses é uma grande procura por aplicações em fundos de investimentos lastreados em títulos públicos e privados. Para 2006, o banco não tem nenhuma previsão de qual será a opção mais procurada. No entanto, ele lembra o fato da Caixa ter recebido um prêmio de uma revista da área econômica como a melhor gestora de fundos de varejo. ''Isso é muito positivo e só deve atrair ainda mais investidores para este ano'', pontua.
Sobre investimentos na área imobiliária, o superintendente diz que, como a Caixa está voltada mais para as linhas populares, os clientes do banco procuram por imóveis para saírem do aluguel. Ele confirma que essa também é uma ótima opção de investimento. Em 2005, o volume de crédito imobiliário aplicado na região de Londrina, até o mês de novembro, havia sido na ordem de R$ 71 milhões, em todas as modalidades de financiamento. Para 2006, a expectativa é aumentar o volume em 19,18%, elevando o orçamento regional para R$ 83 milhões. (E.Z.)

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