O governo reestimou em R$ 55,3 bilhões o impacto que poderá haver nas contas públicas caso o governo perca todas as ações que pedem a correção dos saldos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) pela inflação acumulada nos planos Bresser, Verão, Collor I e II. A Caixa Econômica Federal (CEF) havia previsto um rombo em R$ 70 bilhões.
O novo cálculo foi feito pelo Banco Central, que distribuiu ontem a investidores nacionais e estrangeiros um estudo sobre o assunto. O texto ressalta que a conta baseia-se no pior cenário e que o efeito fiscal da derrota da União, caso esta ocorra, será diluído ao longo de anos.
O julgamento, interrompido em abril pelo pedido de vista do ministro Maurício Corrêa, poderá ser retomado ainda essa semana, de acordo com a assessoria de imprensa da presidência do STF.

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