O proprietário da Martmaq, Aparecido Balbino de Queiroz, é um dos exemplos de pequenos empresários maringaenses que saíram do mercado informal. Ele lembra que trabalhou quase dois anos na informalidade e desde o começo do ano regularizou sua situação. Após entrar para o mercado formal, abriu nove novos postos de trabalho para funcionários com carteira assinada e ainda ganhou mais seis representantes de seus produtos.
Para ele, a lei de incentivo a pequena e micro empresa foi muito importante porque tirou grande parte da burocracia. ''Antes para se conseguir um alvará de funcionamento a pessoa tinha que esperar até 120 dias. Agora, se a empresa não oferecer risco ambiental, está com o alvará em dois dias'', comenta.
Segundo Queiroz, para o micro empresário é muito difícil ficar esperando todos os tramites burocráticos. Na maioria dos casos, o dinheiro do capital de giro acaba antes de abrir o negócio. Esse foi o principal motivo que o fez trabalhar de forma informal durante dois anos.
Além do aumento de produção, Queiroz observa que outro ponto de incentivo importante foi a participação em licitações públicas. Ele explica que as micro e pequenas empresas têm ganho preferência no momento das compras e isso tem ajudado a alavancar os negócios.
''Trabalhar no mercado formal é importante para acesso a linhas de crédito e também para fechamento de novos negócios. Essas lei que ajudam os pequenos com menos burocracia e redução de tributos são fundamentais para quem está começando'', ressalta.(G.F.)

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