Outras entidades também se mostraram bem otimistas com as estratégias do Ministério da Agricultura para desburocratizar o setor. Entre cooperativas e associações, boa parte se manifestou bastante favorável as ações encabeçadas pelo ministro Blairo Maggi.
Em nota, o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, exaltou os avanços propostos pelo Mapa. Ele destacou o fim da necessidade da reinspeção de produtos de origem animal, um processo que atrasava as exportações do setor, reduzindo a capacidade competitiva da cadeia produtiva de proteína animal. "É de interesse das empresas estar plenamente adequadas às exigências do mercado internacional para manter suas exportações, algo que já é fiscalizado pela primeira inspeção federal, nas plantas frigoríficas. A reinspeção encarece o processo e tira nossa competitividade. A adoção deste novo modelo, há muito defendido pela ABPA e por outras entidades do setor frigorífico, é um grande avanço para o País", destacou Turra.
O vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), José Mário Schreiner, salientou que as consequências positivas "serão imediatas nos elos das cadeias produtivas". Para Schreiner, "a segurança e a qualidade de um produto ou serviço são obrigações do setor privado", mas é competência do poder público fazer a vigilância e a fiscalização dos produtos, "sem afetar de maneira desnecessária a competitividade do setor privado". (V.L.)

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