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Megaprojeto imobiliário na Praça Osório terá duas torres de 40 andares e até um túnel
Já está pronto um projeto do arquiteto Bruno di Franco, do Grupo Mouro, que prevê a instalação de duas torres com 40 andares na Praça Osório, coração de Curitiba. A obra, que está sendo negociada por um consórcio de fundos de pensão, será construída em terreno que pertence ao fundo dos funcionários da Caixa Econômica Federal, onde funcionava, há alguns anos, a Agência do Trabalhador. Além de prever a construção dos prédios mais altos da cidade, um hotel e um edifício de escritórios, o projeto é bastante arrojado. O estacionamento será edificado em cima do supermercado Mercadorama e os veículos passarão por um túnel por cima da rua Vicente Machado. No centro haverá uma construção em vidro, em forma de elípse, que poderá sediar um museu ou outra instituição cultural. O projeto, que sacudirá o mercado imobiliário da capital, deve custar cerca de R$ 40 milhões e seus detalhes estão sendo mantidos a sete chaves.

Aula na FGV
O presidente do Sistema Fiep e secretário do Trabalho, José Carlos Gomes Carvalho, dará aula inaugural do primeiro mestrado da Fundação Getúlio Vargas (FGV) no Paraná, no próximo dia 23. O curso, com cerca de 40 alunos, é de Gestão Pública/Gestão Empresarial e tem dois anos de duração.

A verdade
Amanhã, no auditório do edifício Castelo Branco, em Curitiba, será realizada a primeira audiência pública para verificar a eficácia das aplicações de recursos destinados aos assentamentos. A inicitiva partiu da Comissão de Fiscalização e Controle do Incra, que analisará também os procedimentos para apuração da produtividade da terra e a desapropriação para reforma agrária. Serão realizadas visitas de vistoria aos assentamentos do País para a verificação das contas e repasse de verbas públicas.

Juros do Banco GM
A partir de hoje, o Banco GM estará trabalhando com a taxa de 1,99% ao mês e com planos até 36 meses. Isso representa uma redução real DE 16,74%, uma vez que a taxa anunciada anteriormente era de 2,39%.

Dale Carnegie
Rita Robin, coordenadora dos treinamentos Dale Carnegie na América Latina, desembarca hoje em Curitiba. Vem visitar os oito maiores clientes da instituição no Paraná. Entre eles, a Volvo, Siemens, Audi, Renault, Bosh e Spirit Corretora de Valores. Não fará palestra. Apenas uma visita de cortesia.

Net & lucros
Quem está feliz da vida neste início de ano são os funcionários da Net Paraná. Receberam, neste mês, o 14o e 15o salários, por conta do Plano de Participação de Resultados. A empresa distribuiu mais de R$ 326 mil entre seus 197 funcionários de Curitiba. Exemplo a ser seguido.

O pulo do Tigre
Dentro do seleto grupo das empresas que faturam R$ 1 bilhão, a Tigre S.A, líder no mercado nacional de tubos e conexões, parte agora para o mercado de telecomunicações. Com investimentos de R$ 10 milhões, inaugura hoje uma unidade fabril no Centro Operacional de Rio Claro. Estimativas mostram que o setor de telecomunicações responde hoje por US$ 35 bilhões. Cresceu 25% no ano passado e a performance deve ser superada em 2000.

Protestos
Em 1999, os registros da SCI/Equifax apontavam 6.401.099 protestos com uma redução de 18,8% em relação ao ano anterior. Essa queda mostra uma melhora na situação da economia no ano que passou apesar das dificuldades vividas pelas empresas. Na divisão entre títulos protestados de pessoas físicas e jurídicas, os dados mostram que a queda foi mais expressiva para as físicas que, em 1999, registraram 31,3% de sua participação contra os 33,9% em 1998.

Nas alturas
Mas, ao contrário dos índices de corcordatas e falências, que voltaram aos mesmos níveis do período anterior ao Plano Real, os protestos continuam em um patamar bastante elevado. Em 1994, o ano fechou com 1,9 milhão de títulos sendo que a marca de 6,4 milhões atingida no ano passado é bastante preocupante ainda considerando que a situação macroeconômica ainda é de instabilidade.

Open up
A campanha ‘‘Nescafé Open Up’’ que estará sendo veiculada ainda este mês faz parte de um projeto de modernização da empresa que, no Brasil, exigiu investimentos de R$ 40 milhões e que está sendo implementado nos 100 países em que a marca está presente.

Adrenalina
Foi bastante tenso o pronunciamento ontem, em Brasília, do empresário paranaense Aparecido Camargo, presidente da Abrafarma, na CPI dos remédios. Camargo teve que explicar aos parlamentares o que era ‘‘BO’’ (bom para otário), que ele vinha pregando no País. E ainda pedir desculpas ao ministro da Saúde José Serra, que o chamou de malandro.

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