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O chocolate vence a gerra contra o cigarro
O Grupo Philip Morris Brasil, por meio de uma de suas empresas, a Kraft Lacta Suchard Brasil S.A, assinou na última segunda feira protocolo de intenções com o governo do Estado do Paraná e a Prefeitura de Curitiba para a instalação de uma fábrica de alimentos na Cidade Industrial de Curitiba. O projeto prevê investimentos inciais de R$ 70 milhões e a criação de 3 mil empregos diretos e 10 mil indiretos. Se tudo der certo, até julho deve entrar em operação a fábrica de refrescos em pó Tang e Clight.

Diploma comestível
O acordo entre a empresa e o governo do estado inclui o comprometimento da Kraft Lacta Suchard Brasil S.A com a Universidade do Alimento. A empresa deve dar apoio tecnológico à instituição ainda em estudo. O projeto da universidade prevê a formação, reciclagem, treinamento e qualificação de profissionais para o trabalho na indústria de alimentação.

Primeira conta
A Tim Telepar Celular presenteou os 16 primeiros colocados no concurso do vestibular da Universidade Federal do Paraná com telefones celulares. O primeiro colocado ganhou um dos modelos mais sofisticados do mercado, enquanto os demais receberam aparelhos com o sistema de telefonia por cartão. Mas o primeiro lugar em marketing ficou mesmo para a empresa que ganhou 16 novos clientes, uma vez que os ‘‘presentes’’ não vêm com a conta paga...

Confirmando tendências
A iniciativa da empresa reforça as tendências do mercado de telefonia celular no País, que este ano deve vender 8,5 milhões de aparelhos, a preços cada vez mais reduzidos. O grande lucro das empresas ficará por conta mesmo da cobrança pelos serviços prestados.

Sem teto
Depois da onda dos seguros para automóveis, chegou a vez de as seguradoras apostarem nas apólices residenciais. Embora ainda pouco populares – correspondeu a apenas 5,2% do volume de negócios realizados pelo mercado segurador, em 1999 –, os seguros para imóveis estão ganhando força, sobretudo por causa dos frequentes casos de enchentes e incêndios. No ano passado, os seguros de automóveis responderam por 34,6% do mercado e os seguros saúde por 21,8%.

Propaganda trágica
Apesar das expectativas otimistas para o setor de seguros residenciais, o consumidor precisa ficar de olho bem aberto. As empresas, muitas vezes, se valem das tragédias para divulgar seu produto, mas, na hora de fechar o negócio, não oferecem cobertura para casos de enchente, ou cobram o olho da cara para incluir o item no contrato.

‘‘Uniencrenca’’
Como se não bastasse o valor abusivo da taxa de matrícula da Uniandrade – o que está fazendo com que vários clientes registrem queixa no Procon-PR contra a instituição –, a falta de respeito com que os funcionários tratam os futuros alunos revela a falta de profissionalismo da empresa e deixa muitas dúvidas a respeito da qualidade dos cursos.

Qualidade total
Temas como ‘‘Histórico da Qualidade’’, ‘‘A Empresa em seu contexto social’’, ‘‘A importância do cliente para a revitalização da empresa’’, ‘‘O funcionário, principal sócio e colaborador da empresa’’, ‘‘Funções gerenciais’’, ‘‘Planejamento Eficaz’’ e ‘‘Filosofia dos 5 S’s’’ farão parte de um treinamento que está sendo preparado pela consultora da área de Qualidade Total, Lia Maia. O curso será realizado na segunda semana de fevereiro na Clínica das Palmeiras de Londrina e tem como público alvo médicos e estudantes do último ano de qualquer curso. Em breve estaremos divulgando a data correta e telefone para outras informações. Aguarde.

Funcionário ‘‘patrão’’
O curso da consultora parece vir bem a calhar, sobretudo o tema ‘‘O funcionário, principal sócio e colaborador da empresa’’. Os resultados da pesquisa Termômetro Empresarial, divulgados na semana passada pela Arthur Andersen, revelaram que apenas 1% das grandes empresas brasileiras não adota nenhuma forma de remuneração variável, 82% já têm programas de participação nos resultados, 65% oferecem bônus ou prêmios e 20% das empresas oferecem a compra de ações como alternativa de remuneração. Segundo José Écio Pereira da Costa, sócio diretor da Arthur Andersen, os resultados revelam que, cada vez mais, as organizações estão preocupadas em ter o funcionário como parceiro real.

Na sala de espera
Aproveitando que o tal incentivo às pequenas e médias empresas, prometido pelo governo federal no ano passado, ainda não saiu do papel, o Banco do Brasil apressou em oferecer a estas instituições uma nova linha de financiamento. Por meio de um convênio assinado com uma empresa venezuelana, o banco vai dispor de US$ 25 milhões para as pequenas e médias empresas. Os financiamentos têm prazo de até cinco anos e não há restrição sobre a origem ou tipo da mercadoria. A taxa de juros poderá ser fixa ou variável, a critério do credor.

‘‘Buy, buy, Brasil’’
Na verdade, embora timidamente, o governo está começando a investir no desenvolvimento das pequenas e médias empresas. Na semana passada, o Departamento de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores e a Embaixada do Brasil na Malásia lançaram um showroom virtual. O objetivo é promover no mercado mundial os produtos de pequenas e médias empresas empresas brasileiras com potencial exportador.

E-business
Inicialmente, o showroom virtual está aberto para o segmento de vestuário, software, mobiliário, artesanato, jóias e brinquedos. As empresas interessadas em participar gratuitamente do BuyBrasil, com foi batizado o site, devem contatar a Divisão de Informação Comercial pelo e-mail: [email protected]. O showroom virtual (www.buybrazil.org) vai somar-se aos serviços já oferecidos pela BrazilTradeNet (www.braziltradenet.mre.gov.br), rede de promoção de exportações e captação de investimentos estrangeiros diretos, mantida pelo Itamaraty.

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