Pedro Ribeiro (Livre Iniciativa)
Mais álcool na gasolina
O mercado de combustíveis parecia ter se acalmado. Na última semana, o anúncio de aumento no preço do álcool recolocou o assunto nas rodas de discussão. Enquanto a indústria sucroalcooleira tenta resgatar o preço do combustível, os proprietários de carro a gasolina se descabelam. A proposta de aumentar ainda mais a porcentagem de álcool na gasolina está deixando muita gente desconfiada. Como se não bastasse a preocupação com o combustível adulterado, o consumidor tem que ficar de olho nas estratégias do governo.
Por falar em adulteração e fiscalização, empresas do setor, institutos de tecnologia e o Sindicombustíveis-PR estão estabelecendo parcerias para dar continuidade ao programa Qualidade OK, que atesta a pureza e garante a qualidade dos combustíveis comercializados nos postos de serviços de Curitiba e Região Metropolitana. A nova meta é coletar amostras de 20 dos 70 postos de Maringá, que serão analisadas pela unidade do Tecpar na região.
Confiança
Também com o propósito de reforçar a garantia de qualidade de seus produtos, a Shell lançou em Curitiba, no último dia 28, uma campanha de US$ 1 milhão, que reforça o compromisso da empresa com o consumidor curitibano.
Essa é nova
Nos próximos dias 6 e 7, o cientista japonês Kôji Hirasawa, maior autoridade em Hadô (conceito inédito de saúde, que transfere a energia do corpo para alimentos e outros objetos, promovendo o melhor aproveitamento de cada produto consumido) estará em Foz do Iguaçu para lançar e apresentar a novidade que está revolucionando a medicina preventiva. Informações: (11) 282-8933.
Aparências
Que as micros, pequenas e médias empresas andavam se ralando para pagar os impostos, todo mundo já sabia. O que soa como novidade é o fato de que 80% das indústrias brasileiras não estão conseguindo pagar em dia as tributações do setor. Calcula-se que as dívidas fiscais em cobrança judicial somam R$ 200 bilhões em tributos federais, R$ 60 bilhões em contribuições ao INSS e R$ 40 bilhões em impostos estaduais.
Este é daqui
Criado pela agência Master Comunicação e Marketing, de Curitiba, o filme Oscar, desenvolvido para a campanha da prefeitura da capital pela limpeza da cidade, ganhou o prêmio Profissionais do Ano Região Sul, na categoria mercado. O resultado nacional da premiação será divulgado neste domingo, em edição especial do programa Vídeo Show, que será exibida na Rede Globo às 22h30.
Ponteiros
Isto é que é fast-food. Em Tóquio, depois das refeições por quilo, uma Coffee Shop inaugurou a comida por tempo. Isso mesmo. O cliente paga R$ 0,25 para cada minuto que permanecer no estabelecimento, independentemente do que for consumir. Embora seja raro, de vez em quando o proprietário sai no prejuízo, como no caso de duas meninas que ficaram 10 minutos na loja, pagaram apenas R$ 3,00, mas comeram uma forma inteirinha de bolo.
Viva a cachorrada
Outra invenção japonesa que parece estar distante demais da realidade brasileira é a esteira computadorizada para cães. Na verdade, depois da megafesta que Vera Loyola preparou para seu cão, o artigo, que custa US$ 2,5 mil não parece tão estapafúrdio assim.
Telacultura
Pesquisa sobre cultura realizada pela Revista Iguaçu revelou que o cinema é o programa cultural mais procurado pelos curitibanos, contabilizando 1,2 milhão de ingressos vendidos anualmente.
Má notícia
A mesma pesquisa que revelou que a Região Metropolitana de Curitiba tem a segunda menor taxa de desemprego do País também trouxe um má notícia. O estudo realizado pelo Ipardes (Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social) revelou que todos os setores de atividade do Estado apresentaram queda no rendimento médio, com exceção da construção civil, que registrou acréscimo de 6,4% em relação a julho. O comércio teve a maior variação negativa do período, calculada em 8%.
De graça
Neste sábado, às 10h30, o professor e consultor de marketing Herán Contreras faz palestra na Faculdade Opet, em Curitiba, sobre o Enfoque do Marketing no século XXI. A palestra é aberta ao público e faz parte do programa Sábado na Fao. Informações: (41) 339-2678.
O investimento
A Rigesa, segunda maior fabricante nacional de caixas de papelão ondulado e terceira maior fabricante de papel para embalagens, está inaugurando na unidade de Três Barras, em Santa Catarina, uma caldeira de recuperação (que faz a queima dos extrativos orgânicos decorrentes do processo de cozimento da madeira e recupera os compostos de sódio (soda) usados no mesmo), que custou US$ 60 milhões.
O retorno
A caldeira opera com capacidade inicial de queima de 600 toneladas de material sólido seco por dia, o que deve aumentar a produção de papel em até 15%, sem sobrecarga do equipamento. Junto a tudo isso, o processo ainda reduz a emissão de poluentes em níveis compatíveis com as mais rigorosas legislações ambientais do mundo. Um alívio para nós, vizinhos.
Ferro quente
Foi-se o tempo em que a boiada era marcada com ferro e brasa. Agora tudo ficou mais boiola. Grempeados por uma espécie de brinco eletrônico desenvolvido pela Seal, os animais são monitorados e gerenciados fornecendo informações individuais sobre controle de vacinas, alimentação e peso, dentre outras.





