Chegamos ao fim?
Se o mundo ainda não acabou, dá tempo de fazermos mais uma análise até a próxima sexta-feira. Já pensou, sexta-feira 13 em agosto? Tem data melhor para o fim do mundo? Se ainda não chegamos ao fim, parece que os brasileiros tinham razão. Na última sexta-feira, uma pesquisa realizada durante um programa de televisão revelou que a maioria dos brasileiros não acreditava que o mundo iria acabar nessa quarta-feira. Também, o povo já está mais que escaldado. Se com tanta confusão no governo, ‘‘ainda’’ não conseguiram acabar com País, não seria um simples eclipse que iria pôr fim a tudo, não é mesmo? O que está chegando ao fim, na verdade, é a paciência do brasileiro.

Ventinho baiano
A brisa de incentivos fiscais da Bahia anda dando ‘‘uma gelada’’ nos outros estados do País. Depois da disputada Ford, agora foi a vez de uma das mais tradicionais empresas do Paraná anunciar investimentos em território baiano.

Não há vagas
Há 43 anos funcionando em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, a Britânia, fabricante de eletroportáteis, anunciou que deve montar sua fábrica de motores na Bahia. Para isso serão investidos US$ 2 milhões, que devem gerar 250 empregos diretos. A diretoria da empresa anuncia que os 550 empregos no Paraná devem ser mantidos. Ah, bom...

Anos rebeldes
O governo federal resolveu, agora, dar uma de machão. Já que os argumentos do nosso caro sociólogo não colam mais, querem impor respeito debaixo de cacetada. Ao anunciarem que podem retomar a paralisação, os caminhoneiros foram ameaçados de repressão violenta pelo Ministro da Justiça, José Carlos Dias.

Muito fácil
Depois de não respeitar as reivindicações dos caminhoneiros, aumentando o diesel, o governo agora quer impor respeito pela violência. Engraçado, parece que nosso presidente pensa que todos os brasileiros sofrem de amnésia, como ele.

Daqui pra lá
Briguinhas à parte, a Argentina mexeu num território que deveria ter ficado fora do Mercosul. O protecionismo, despertado pelos argentinos, começa a ser adotado também por setores brasileiros. Ontem, produtores liderados pela Federação dos Arrozeiros fecharam a ponte que liga Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, a Paso de Los Libres, na Argentina, para impedir a passagem de arroz argentino. Os argentinos lançaram a moda, agora que aguentem.

Ondulado
As vendas de papelão ondulado para embalagens atingiram, no mês de julho, 136.922 toneladas, registrando um incremento de 3,3% na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Os dados são do acompanhamento mensal feito pela Associação Brasileira do Papelão Ondulado. As vendas do produto, de janeiro a julho, somaram 956.807 toneladas, 3,6% acima dos números referentes ao mesmo período de 98 (928.390).

Exame
Vitor Caldonazzo, diretor administrativo e financeiro, e Sandro Andriow, gerente, do Laboratório Frischmann-Aisengart, participam hoje, em São Paulo, de reunião com membros do Laboratório Fleury e da Clínica Mayo.

Qualidade de atendimento
O Senac de Curitiba realiza no próximo dia 27 curso com o tema ‘‘Qualidade no Atendimento’’. A proposta é estabelecer objetivos pessoais e metas de trabalho e desenvolver postura profissional da qualidade. Informações: (41) 322-6343.

Scotch Bright
Quem apostaria que fabricar esponjas e produtos adesivos seria sinônimo de lucro certo? No último ano, a 3M, fabricante da famosa esponja verde e amarela Scotch Bright, faturou mundialmente cerca de US$ 15 bilhões. Presente em mais de 60 países, a empresa comercializa seus produtos e serviços em mais de 200 países, oferecendo aproximadamente 60 mil itens, desenvolvidos para mais de 50 segmentos do mercado.

Esponja nacional
No Brasil, a empresa iniciou suas atividades em 1946, em Campinas (SP), com o nome Durex, Lixas e Fitas Adesivas Ltda.. Em 1998, faturou US$ 426 milhões. Tem cerca de 2.800 funcionários, em três unidades industriais (Sumaré, Ribeirão Preto e Itapetininga), e filiais de vendas em todo o País.

Fusão embalada
Definitivamente, a ordem no mercado é fusão. Ontem, a diretoria executiva da Van Leer ( empresa holandesa líder mundial no mercado de embalagens) chegou a um acordo para fundir suas atividades com a Huhtamaki Oyi, da Finlândia, criando a Huhtamaki Van Leer, que projeta faturamento anual de aproximadamente US$ 2,9 bilhões, operando em 55 países e empregando cerca de 22 mil funcionários.

Líderes de mercado
A fusão se deu com a venda das ações da Van Leer, que era controlada pela Van Leer Group Foundation, para a Huhtamaki Oyi, ao preço de US$ 30,20 por ação, totalizando a soma de US$ 990 milhões, para todo o lote. Em troca, a Van Leer terá uma participação de 14,6% na nova empresa. No ano passado, a empresa faturou US$ 2,1 bilhões. As duas empresas resolveram unir forças para liderar o mercado tanto nas linhas de embalagens industriais, como para produtos de consumo.

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