Os R$ 16 milhões de O Boticário
Apenas três das sete agências que participaram do processo de seleção de nova agência de publicidade para conquistar a gorda conta de R$ 16 milhões de O Boticário se mantêm na disputa. Miguel Krigsner (foto), presidente da empresa, não revela os nomes das três finalistas e se limita a informar que no momento da decisão o mercado será comunicado. Isso só vai acontecer na segunda quinzena de agosto. Ao falar para MMOnline, Krigsner revelou que a verba de comunicação da empresa será por um período de 12 meses . Ele quer uma agência com perfil de comunicação muldidisciplinar e que não seja forte forte apenas na criação, como é o caso da W/Brasil. ‘‘Precisamos de uma agência que assessore muito na parte de varejo e de relacionamento com os clientes’’, disse à MMOnline.

Romprimento
Nos bastidores do universo brasileiro da propaganda, todo mundo queria saber sobre o fim do casamento entre a W/Brasil e O Boticário. Krigsner disse ter ficado surpreendido com a forma pela qual a agência comunicou o fato ao mercado. Segundo ele, há uma guerra de vaidades e ‘‘tenho certeza que uma agência como a W não abre mão tão fácil de uma conta de R$ 16 milhões’’. Para ele , havia necessidade de um ‘‘up grade’’ no trabalho da W e foi quando começou a manter contato com outras agências, com nível de serviços mais abrangente. ‘‘Nossa relação acabou se denegrindo porque o orgulho da W é muito grande. Poderíamos utilizar o trabalho de outra agência para complementar o desenvolvido pela W/Brasil’’, disse.

A velha cachaça
A cachaça brasileira está virando dólar. O Brasil exportou, por exemplo, mais de US$ 3 milhões de produtos de confeitaria. Os números indicam que a nossa cachaça é muito apreciada ao redor do mundo. Somente os uruguaios importaram US$ 338,8 mil da bebida no semestre passado. Se a coisa é boa la fora, imaginem aqui.

Cupons fiscais
Mais de 1.200 micro e pequenas empresas paranaenses serão beneficiadas com as linhas de crédito criadas para a aquisição das máquinas de emissão de cupons fiscais. A instalação destas máquinas (ECF) é obrigatória pela lei 9.532/97, que obriga as pequenas empresas, com faturamento anual de R$ 240 mil até R$ 480 mil a instalarem esses equipamentos até 30 de setembro. O Sebrae Paraná, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal criaram uma linha de crédito exclusiva para financiar as empresas que devem instalar as máquinas.

Esqueceram de mim
O comando do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul - BRDE deve ter torcido o nariz com as declarações do coordenador de Fomento da Secretaria da Indústria, Comércio e Desenvolvimento Econômico, Clemente Simião, de que não existem bancos de investimentos ou um órgão específico para o desenvolvimento industrial no Paraná. É bom lembrar que o Paraná não conta com a Agência de Fomento, mas com o BRDE, que atua nos três estados do Sul.

Na Pedreira
A TIM Telepar entra na Pedereira Paulo Lemisnki para dar apoio ao show dos Amigos. Este apoio faz parte de um projeto da empresa para incentivar as atividades culturais e de lazer promovidas no Paraná. No dia do evento, domingo, um, balão em formato de telefone celular gigante, com 48 metros de comprimentos, estará sobrevoando a Pedreira.

Haja rojão
Por menos esperançoso que seja, todo brasileiro aposta na virada do ano para melhorar de vida. No entanto, como o ano só começa mesmo depois da Páscoa, ainda damos dois meses de prazo para as coisas melhorarem. Mas quando o resultado é negativo... Bomba... Bombas de São João dão lugar às de gás lacrimogêneo utilizadas para conter as explosões que pipocam por todo o País.

Acampamentos
Parece que julho se tornou o mês do saco-cheio. E no embalo das férias, os manifestantes optaram pelos acampamentos como expressão de protesto. À prática do MST, somaram-se comerciantes de Salto Caxias, trabalhadores da Ford, em São Bernardo e caminhoneiros, por todo o País. Os que perderam a excursão para os acampamentos optaram pela manifestação tradicional contra a indústria das multas, em Curitiba, e contra os maus tratos, na Febem de São Paulo. Para estes dois grupos, o passatempo de férias foi fugir de bombas e cacetetes. Divertido, não?

De mal
Cada qual na sua esfera, até mesmo o governo brasileiro resolveu protestar. Irritados com as barreiras comerciais impostas pela Argentina, os brasileiros decidiram suspender as negociações referentes ao Mercosul. Embora não esteja previsto nenhum acampamento na fronteria argentina, o governo do Brasil promete continuar de mal com os argentinos até que seja revista a posição comercial do país no Mercosul.

Moda inglesa
Símbolo da capital britânica, os táxis londrinos estão virando moda entre a elite inglesa. Tornou-se febre nacional passear pela cidade e países vizinhos num Rover, o modelo mais cobiçado. Com o letreiro apagado e sem utilizar a faixa especial para veículos de serviço público, os táxis desfilam imponentes relembrando os anos 60. Já pensou se a moda pega no Brasil? Vai ter muita gente passeando em carros da polícia, o símbolo brasileiro nos tempos dos atos institucionais.

‘‘Boom’’ do milênio
Nova York, Havaí, Nova Déhli, Machu Piccchu, Saigon, Bali... Nomes sugestivos para comemorar a antecipada virada do milênio. Enquanto alguns estão preocupados com o Bug, outros já começam a se preocupar com o ‘‘boom’’ que as viagens de Ano Novo prometem fazer no bolso brasileiro. Quem pretende entrar no ano 2000 respirando outros ares é melhor se adiantar, porque os preços poderão deixar muita gente comendo poeira.

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