Querem fechar o Banco Central no Paraná
O governador Jaime Lerner tem mais uma difícil tarefa pela frente. Tentar convencer a direção do Banco Central a manter a delegacia da instituição no Paraná. Até parece perseguição. Depois de concordar com a ‘‘venda’’ do banco paranaense Bamerindus ao capital estrangeiro (HSBC) e também complicar a privatização do Banestado, através de ene exigências, o Banco Central quer, agora, fechar sua representação no Estado. Assim, o Paraná fica cada vez mais distante do poderoso Banco Central, que, vira e mexe, complica a vida dos dirigentes do estado. Está na hora de Lerner dar um basta nisso. Já não chega que as portas do sistema financeiro comandado de Brasília estão cerradas para os paranaenses? Ou, então, por que não saem os financiamentos reivindicados? Cadê, por exemplo, o dinheiro do BNDES? E o dos precatórios?

Para gringo
Publicado pela Secretaria de Proteção e Defesa do Consumidor - Procon-Paraná, o Guia do Consumidor Estrangeiro, será distribuído pela Embratur. Impresso em três idiomas - português, inglês e espanhol -, o guia serve para orientar e facilitar a vida do visitante no Brasil.
Junto com o guia deveria circular, também, um material de orientação sobre segurança pessoal.

Predadores
O engenheiro agrônomo Francisco Fontana e o professor Aníbal de Moraes, da Universidade Federal do Paraná, estão ministrando curso sobre ‘‘Integração Lavoura/Pecuária e Cerca Elétrica’’. O objetivo é difundir a nova tecnologia de separação de animais em áreas de pastagens e de proteção contra destruição de lavouras, por parte de animais predadores.

Trens de turismo
A empresa paranaense Serra Verde Express está presente ao Encontro Internacional de Trens a Vapor e Trens de Turismo, que se realiza em Havana, Cuba. Adonai Aires, diretor da empresa, fala sobre sua experiência com privatização de trens de turismo.

Nação carangueijo
Já dizia Sérgio Porto: ‘‘O Brasil está andando tanto para trás que, aquele que perder a última caravela para Portugal corre o risco de virar índio.’’ Depois de nos depararmos com o retorno de doenças que pareciam extirpadas do cenário nacional, agora encaramos uma realidade ainda mais cruel e vexaminosa para nós, brasileiros. Assistimos à continuidade do trabalho escravo 111 anos depois do fim ‘‘oficial’’ da escravatura no Brasil.

Doações bomba
Muito úteis, realmente, os produtos que combatem o vício de fumar, enviados por países ‘‘caridosos’’ a Kosovo. Cuidar da eliminação de toneladas e mais toneladas de medicamentos vencidos ou inúteis tornou-se um dos itens principais das listas de reestruturação da maioria dos países que passam pelo período pós-guerra. Isto é que é solidariedade...

Bom senso
Mas a prática de doações inúteis não é tormento apenas de países desmantelados. Várias instituições assistenciais de Curitiba, por exemplo, estão pedindo ‘‘encarecidamente’’ aos mais caridosos que consultem as instituições antes de enviarem as doações, alegando que artigos ‘‘inúteis’’, demandam tempo e muitas vezes recursos de que não dispõem para serem encaminhados a um destino certo.

Infidelidade
As montadoras estão buscando estratégias eficientes para conquistar a fidelidade da clientela brasileira. Segundo pesquisa da ‘‘New Car Buyer’’, no caso da Ford, o percentual de compradores fiéis foi reduzido de 40% para 23 % nos últimos quatro anos. No caso da GM, a queda foi de 47% para 43%.

Laranja da produção
Como toda história tem seu laranja, no caso da produção agrícola não seria diferente. Enquanto inúmeros setores agrícolas comemoram a alta do preço de seus produtos, os produtores de laranja no Brasil não se cansam de manifestar a frustração com a redução do preço do produto em relação ao ano passado.

Roupa suja
É a vez do setor de lavanderias se adaptar à chegada da automação no mercado. Com cerca de 630 lojas, três mil funcionários e um faturamento anual de R$ 45 milhões, o setor teme a concorrência com a chegada de máquinas sofisticadas.

Drive-thru
Com investimentos de aproximadamente US$ 350 mil, a rede de lavanderias americana Dry Clean abre em Curitiba sua primeira loja. A companhia apostou até mesmo no sistema drive-thru, que permite ao cliente entregar e receber as roupas sem sair do automóvel.

Lucro saudável
O Paraná comemora o fim da febre aftosa no estado e já faz cálculos saudáveis para o futuro. Produtores acreditam que nos próximos três anos a exportação de carne bovina deve saltar das atuais 20 mil toneladas para 100 mil toneladas anuais, engordando a receita em R$ 210 milhões.

Horário livre
Empresário Jacques Rigler (foto) defende amanhã, na ACP, o horário livre para o comércio.

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