Pedro Ribeiro


Livre Iniciativa




Mão na graxa
Reclamações e mais reclamações chegam ao Procon (Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor) contra os prestadores de serviço de reparação de veículos. Do início do ano passado até o último dia 31 de maio, o Procon registrou 628 atendimentos no Paraná sobre o setor. Os números incluem reclamações e solicitação de informações sobre o serviço.
Na garantia
Do total de chamadas, 143 referem-se ao consumidor insatisfeito com o serviço prestado, 127 reclamaram da qualidade de atendimento nos estabelecimentos e 81 denunciaram a falta de garantia do serviço.
O barato sai caro
Os proprietários de oficinas de reparação se defendem afirmando que, como qualquer consumidor, o cliente procura um serviço de qualidade, mas não quer pagar mais caro por ele. No entanto, os empresários frisam que não há possibilidade de utilizar mão-de-obra qualificada, peças de primeira linha e equipamentos de última geração sem cobrar por isso.
Profilaxia
Além disso, os empresários alertam que a maioria dos proprietários de veículos não investem na manutenção preventiva (que deve ser feita a cada 10 mil quilômetros rodados), por isso, quando levam seu carro à oficina por um determinado problema, provavelmente serão encontrados muitos outros ou peças danificadas.
Tributação
Os proprietários de oficinas mecânicas também fazem uma queixa veemente à cobrança de impostos pelos serviços prestados em reparação de veículos. Embora sejam enquadradas no Simples (programa de incentivo à microempresa), as oficinas pagam 15% de imposto sobre o valor do serviço prestado.
Modelo internacional
Um centro de pesquisa de Santiago, no Chile, está tomando como exemplo a experiência do Instituto Paraná Desenvolvimento (IPD) com o projeto Indicadores de Qualidade de Vida/Ambientes Privilegiados de Negócios. O instituto foi indicado pelo diretor da Jacksonville Community Council, nos Estados Unidos, David Swain.
Qualidade de vida
O IPD criou o projeto, há cerca de dois anos, partindo da premissa de que o desenvolvimento econômico e social de uma região está diretamente relacionado à qualidade de vida de sua comunidade. O objetivo foi estimular a participação da população paranaense na solução de problemas comunitários. Que tal abraçarmos esta idéia?
Fim dos mutuários
A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) deverá implantar ainda este ano um sistema de seguro para garantir ao comprador de imóveis a entrega da unidade contratada com as empresas construtoras. Por falar nisso, como anda a questão da Encol?
Selo de garantia
O projeto, denominado Selo CBIC de Garantia Imobiliária, foi inspirado no modelo inglês da National House Building Council. O sistema implantado no Reino Único, há mais de 60 anos, é hoje responsável pelo controle, fiscalização e garantia de entrega da obra de mais de 90% das unidades construídas naqueles países.
Aplausos
A Fundação Getúlio Vargas escolheu o programa Estação da Produção, da Secretaria da Criança e Assuntos da Família, para participar do programa Gestão Pública e Cidadania, que vai premiar práticas inovadoras na administração pública.
Tendências mundiais
No próximo dia 15 de junho, o professor José Paschoal Rossetti proferirá uma palestra na PUC-PR sobre as tendências econômicas mundiais e do Brasil, evidenciando impactos nos negócios e na gestão das empresas. Informações: (041) 332-0133 e 0800-42-0133.
Big empreendimento
As lojas McDonald’s instaladas no Brasil ocupam o sétimo lugar em faturamento e o sexto em resultados, colocando a rede brasileira entre os cinco países de maior crescimento dentro da corporação. A rede de lanchonetes está no Brasil há 20 anos e tem hoje 732 pontos de venda em todo País. A empresa emprega 33 mil funcinários e registrou em 1998 um faturamento de R$ 1,1 bilhão. Que apetite!
Marketing esportivo
Movimentando bilhões por ano no Brasil, o esporte deixa de ser apenas uma diversão para ser olhado também como um investimento. As grandes empresas mundiais de marketing esportivo já começam a desembarcar no país. O Paraná não quer ficar para trás e a Universidade do Esporte, capitaneada pela Fundepar, começa a preparar novos profissionais para a profissionalização da gestão esportiva. Na bela sede da Universidade do Esporte no Tarumã, em Curitiba estão em andamento os cursos de pós Graduação e graduação em Administração Esportiva.
Parcerias
Como profissionalismo não sai de graça, Segismundo Morgenstern, presidente da Fundepar, está ampliando as parcerias da Universidade do Esporte. Além de ter apoio das universidades PUC e Tuiuti e de se associar à Fundação Getúlio Vargas para os cursos, os próximos parceiros da UE podem ser o Banco Real e o Boticário, que nesta semana andaram visitando as instalações.

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