Pedro Ribeiro


Livre Iniciativa



Economia em fase de juízo
A economia brasileira está entrando em uma fase de juízo. Quem avalia desse modo é o secretário do Planejamento, Miguel Salomão, que fará, segunda-feira, 17, uma exposição sobre ‘‘perspectivas atuais e futuras da economia paranaense’’, a membros da Associação dos Dirigentes de Empresas do Mercado Imobiliário do Paraná (Ademi). Para Salomão, essa fase de juízo vai favorecer o mercado de imóveis que, para ele, é a principal vítima das taxas de juros.

Escassez de imóveis
A questão imobiliária está em ampla discussão no Paraná. O diretor comercial da Construtora Irmãos Thá, Eduardo Quiza, disse que a escassez de recursos para financiamento da construção de moradias, associada à redução de 35% dos lançamentos imobiliários entre 1994 a 1998, ‘‘pode causar a falta de imóveis em Curitiba e Região Metropolitana nos próximos dois ou três anos’’.
Aumento da demanda
A produção imobiliária vem caindo desde 1994, enquanto a demanda por moradia vem se mantendo aquecida, principalmente pela alta taxa de crescimento populacional da Região Metropolitana de Curitiba, hoje em torno de 3,7% ao ano, contra 1,4% do País.
Fim da peste
Até dezembro não deverá existir mais peste suína clássica no Paraná. Quem garante é o Ministério da Agricultura, cuja meta é erradicar a doença que restringe as exportações de carne suína do Brasil para o Mercosul e para a União Européia. Com o fim da doença, abre uma importante perspectiva de mercado para os suinocultores paranaenses, principalmente os do Sudoeste.
Avaliar desempenho
O Isad, da PUC, e o IBQP do Paraná, estão lançando o curso de Especialização em Produtividade Sistema como Estratégia de Gestão. A intenção é preparar profissionais para aplicação de conceitos e instrumentos de produtividade sistêmica na gestão de organizações públicas e privadas, estimulando pessoas e instituições a desenolverem indicadores que permitam avaliar seu desempenho, dentro e fora do setor produtivo. O curso prevê um módulo de duas semanas, a ser realizado no Japão.
Sem oxigênio
O agribusiness ‘‘já não tem mais fôlego para crescer’’. Quem afirma é o economista José Roberto Mendonça de Barros, que esteve em Maringá, proferindo palestra a convite dos dirigentes e cooperativados da Cocamar.
Recursos minguados
Para o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, o crédito rural acabou e o sistema bancário em geral não vai emprestar dinheiro para os agricultores. Em 1997 o governo alocou R$ 6,8 bilhões para o campo, valor que subiu para R$ 11,2 bilhões em 1998 e caiu para R$ 10,7 bilhões na safra 1998/99. Os recursos serão bem menores este ano, disse.
No toco duro
‘‘Não é hora do agricultor querer trocar de picape ou comprar a terra do vizinho’’. Alerta de Mendonça de Barros.
Visita de campo
A diretoria e conselho da Associação Comercial do Paraná (ACP) farão uma visita, hoje, às instalações do maior complexo cimenteiro das Américas, a Cimento Rio Branco S.A, do Grupo Votorantin.
O bolo das fusões
Ernst & Young Auditores revela que as fusões e aquisições brasileiras cresceram 5% no ano passado. As fusões e aquisições internacionais poderão vir a movimentar US$ 1,8 trilhão este ano. A Ernst & Young foi eleita pela revista Fortune, como uma das 100 melhores organizações para se trabalhar na América.
Pró-Renal
Maria de Lurdes Teixeira Koehler, da McDonald’s Rua das Flores, Cabral e Estação Plaza Show, acaba de entregar um cheque de R$ 2.050,00 à Fundação Pró-Renal de Curitiba. O dinheiro será usado na compra de medicamentos que auxiliam na nutrição de doentes com insuficiência renal crônica.
E não gostei
Dia 18, às 18 horas, no Teatro do Colégio Bom Jesus, será apresentada a peça teatral ‘‘Comprei, não Gostei’’. Uma demonstração da importância da qualidade no atendimento.
Compra interativa
O número de pessoas que compram pela Internet mais de cinco vezes por ano, aumentou de 17%, em 1997, para 51%, no ano passado. Ao serem questionadas sobre o valor despendido com as compras on line, 35% das pessoas entrevistas pela Ernst & Young responderam que gastaram mais de US$ 300 em 1998.

Kits à Santa Casa
A Florença Veículos também está fazendo campanha para a doação dos kits a entidades filantrópicas de Curitiba. Simbolizando a abertura da campanha, as primeiras 473 unidades foram entregues à Santa Casa de Misericórdia, pelo diretor da empresa, Juarez Cerbato, pelo encarregado do departamento de peças, Celso Adam, ao coordenador de Campanhas e Doações da Santa Casa, Quintiliano Machado Netto.

mockup