A venda do Banespa, hoje federalizado, que deve acontecer nos próximos dias, poderia representar uma ducha de água fria na privatização do Banestado, embora seu presidente, Reinhold Stephanes, acredite que isso daria mais tempo para fortalecer ainda mais o banco paranaense. Não deixa, no entanto, de ser prejudicial, observa, porque encavalaria os dois processos num curto espaço de tempo. Stephanes não descarta também a possibilidade de haver liminares na justiça e atrapalhar o processo. Não seria tão traumático, pois teria um prazo maior, se não fosse o problema do pagamento adicional de R$ 14 milhões por mês que o tesouro nacional cobra do estado, lamenta.




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