No Brasil, estima-se que a economia informal já corresponde a aproximadamente 50% do Produto Interno Bruto (PIB). Quem sustenta a tese são os técnicos daárea de impostos da Ernst & Young, Júlio Cesar de Barros Assis e Dárcio Torelli. As organizações não constituídas legalmente e que possuem empregados não registrados estariam à margem do sistema tributário nacional e são alcançadas apenas pelos tributos incidentes sobre o consumo final, ficando ilesos dos tributos incidentes sobre o faturamento e o lucro. Eles justificam, explicando que essas empresas ficam à margem do sistema porque desenvolvem atividades econômicas rudimentares ou de sobrevivência, uma vez que a alta carga tributária inviabiliza economicamente o empreendimento. Ao ver sua atividade prosperar neste ambiente, o empresário informal reluta em ingressar na formalidade, onde é obrigado a escolher entre dividir a sua riqueza com o fisco ou ingressar na sonegação. Ou o governo promove imediatamente a tão esperada reforma tributária, ou continua vendo o dinheiro do tributo descendo pelo ralo.

Instituto Brasileiro
de Economia e Finanças (Ibef Paraná) faz a entrega, dia 23, do prêmio O Equilibrista ao administrador de empresas, Adriano Rudek de Moura. Ao mesmo tempo, empossa a nova diretoria que será presidida por Amassir José Pansolin. A solenidade será realizada a partir das 20 horas no Clube Curitibano.


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