Surge, na Copel, uma luz. Na última reunião ordinária do Conselho de Administração da Copel, realizada dia 31 de outubro, o presidente da companhia, engenheiro Ingo Hubert, chamou a responsabilidade para si, afirmando que a diretoria havia aprovada (e pede autorização do Conselho) quitação geral de todas as pendências advindas do contrato C-101, no âmbito da construção da Usina Hidrelétrica de Salto Caxias, obra já concluída, inaugurada e em pleno funcionamento. Em outras palavras, a Copel está pagando US$ 8.964.669,42, reivindicados pela DM Construtora, em nome de diferenças relativas a materiais empregados na execução do contrato. Estas diferenças significam que não estavam em contrato e possivelmente nas mãos da justiça. Bem, o Conselho aprovou. E aprovou também contribuição para a decoração de Natal da rua Elbe Pospissil. Pessoalmente, admiro a competência do engenheiro Ingo Henrique Hubert. O que é difícil entender é que nos parece não existir um nome à sua altura para substituí-lo na Copel, uma vez que foi nomeado Secretário da Fazenda e acumula o cargo de presidente da Companhia. Apenas consideramos uma injustiça aos talentos paranaenses.

Carlos Augusto
Albuquerque, executivo da Federação da Agricultura do Paraná (Faep), explica que a entidade está preocupada com a Rhodiauran (fungicida que está matando a soja) e entende que é preciso se fazer acordos imediatos para que o produtor volte a plantar e colher. Trata-se de um assunto delicado e que está sendo bem conduzido por sindicatos, como o de Londrina e Maringá, que estão colocando seus departamentos jurídicos à disposição dos agricultores prejudicados. Segundo ele, a indenização deve ser imediata para que os produtores rurais voltem a plantar.

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