Guardado a sete chaves há quase uma década, o projeto de lei complementar que pretende regulamentar o imposto sobre grandes fortunas volta à discussão. Embora considerada inconstitucional, a proposta surge como opção na busca de fontes para custear o aumento do salário mínimo. A política Robin Hood seria até interessante se o Brasil não ostentasse o título de segundo no mundo na cobrança de impostos da população e se realmente o tributo tirado dos mais ricos fosse efetivamente repassado para os mais pobres. Mas, podem ter certeza, não será e quanto mais impostos melhor. Em 1986, a carga tributária sobre o PIB brasileiro era de 22,39%. Foi subindo e atingiu 29,90% em 1998. No ano passado a carga tributária global atingiu 32,99% sobre o PIB, representando quase 300% de aumento em 13 anos. Em 1993, cada brasileiro pagou cerca de R$ 719,19 de tributos e em 1998 cada cidadão pagou R$ 1.681,54. Em 1999 este valor pulou para R$ 1.813,68. Percebe-se que enquanto o PIB brasileiro cresceu no período de 1986 a 1999 em 1,69 vez, a carga tributária global cresceu 2,96 vezes no mesmo período.

Diretor
de Crédito Rural do Banco do Brasil, Ricardo Alves da Conceição, e a Associação de Agricultura Orgânica do Paraná assinam hoje, em Pato Branco, o primeiro convênio de Integração Rural do País voltado ao financiamento de produtores que trabalham com agricultura orgânica, no valor de R$ 360 mil.

Presidente
da Unibanco AIG Previdência, Carlos Ximenes de Melo, faz palestra hoje e amanhã em Curitiba sobre Um Futuro sem Medo. Ele falará sobre o crescimento do setor de previdência privada, cuja carteira de investimentos já ultrapassa a R$ 14,59 bilhões.


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