Pedro Ribeiro - Livre Iniciativa
O custo de vida de Curitiba e Região Metropolitana ganham uma nova equipe de pesquisadores composta por 20 técnicos que levantarão 400 itens representativos junto a mil famílias com renda entre 1 e 33 salários mínimos. A partir de janeiro, a Fundação Getúlio Vargas entra em campo e passa a acompanhar a inflação, com divulgação do primeiro índice a partir dos primeiros dias de fevereiro. Assim, Ipardes, Dieese e FGV, além do IBGE, poderão comparar o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e medir a inflação de Curitiba que a cada mês vem experimentando um pequeno crescimento em comparação a outras capitais brasileiras. Quem estará apurando o índice, na verdade, será o Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), órgão da FGV que calcula mais de 400 índices econômicos no País, que acaba de instalar sua representação junto ao Instituto Superior de Administração e Economia (Isae) para iniciar o trabalho de coleta do IPC Disponibilidade Interna da Região Metropolitana. Os índices serão somados aos apurados nas demais regiões para compor o IPC nacional.
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