A carga tributária continua sendo o grande fardo que os empresários produtores carregam no País. Para empresas do segmento do comércio, o maior peso está nos impostos (50%) e energia (30%). No setor de serviços, os salários representam 87% e os impostos 13%. Os impostos mais onerosos às atividades industriais são: ICMS (52%), PIS/Cofins (23%) e IRPJ/CSLL (15%). No comércio, o PIS/Cofins representam 70% e ICMS 20% e para o setor de serviços o PIS/Cofins absorvem 56%, o IRPJ 33% e ISS 11%. Os números constam da pesquisa sobre Carga Tributária, do Boletim Clima Empresarial da Boucinhas e Campos. Foram ouvidas 288 empresas do setor industrial (76%), comércio (13%) e serviços (11%). Em Curitiba, o Congresso Brasileiro de Planejamento Tributário discute o Planejamento Tributário na Nova Economia. O encontro, promovido pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário tem, como objetivo, proprocionar a empresários, advogados, contadores, administradores, economistas, executivos financeiros e outros profissionais, uma visão operacional sobre o tema através da análise de casos práticos. O tributarista Gilberto Luiz do Amaral apenas nos lembra que o tema é extremamente relevante para um País que possui a segunda carga tributária mais alta do mundo. A carga tributária brasileira inviabiliza a competitividade das empresas e é preciso buscar soluções efetivas, fulmina o presidente do IBPT.

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