Pedro Ribeiro - Livre Iniciativa
O Banestado deverá ser vendido com um ágio de 100% do valor mínimo estipulado de R$ 434 milhões. A previsão é do presidente da Bolsa de Valores do Paraná, Abílio Peixoto Neto, que acredita em um valor perto de R$ 1 bilhão, o que confirma também expectativa do presidente do Banestado, Reinhold Stephanes e de analistas do mercado. Se o banco for leiloado por R$ 1 bilhão certamente será a maior negociação já realizada pela bolsa paranaense. Caso seja vendido pelo preço mínimo, perde para as negociações efetivadas com as ações da Sanepar que movimentaram US$ 245 milhões. Até o final da tarde de ontem não havia desembarcado em Curitiba o martelo encomendado pela Bolsa de Valores do Paraná para oficializar o leilão. Abilio Peixoto Neto nos garantiu que o martelo chegará a tempo e se isso não acontecer, vamos tirar o sapato e oficializar com o salto, brincou. A questão do martelo, segundo ele, é mais por tradição e que representa um simbolismo nas bolsas de valores, principalmente nas privatizações realizadas na Bolsa de Valores do Rio, pois foi o martelinho que bateu para a privatização da Usiminas, em 1991, e em todas os leilões dentro do processo de desestatização.
Legado de Ney





