Depois do último sacrifício dos bovinos, o Estado começa a cumprir um período de vazio sanitário. São regras determinadas pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para que o Paraná possa, em seis meses, retomar o estatus de área livre de febre aftosa com vacinação. Passado esse período, o mercado internacional irá levantar os embargos impostos ao Estado, que acumula prejuízos diários em toda a cadeia produtiva.
Após o sacrifício, todas as instalações utilizadas passarão por um processo de desinfecção. Durante 30 dias, não poderá ser colocado qualquer animal no local. Depois deste período, serão utilizados ''animais sentinelas'', que podem ser bezerros que nunca foram vacinados, suínos, caprinos ou ovinos. Depois de mais 30 dias, é coletado sangue destes animais para realização de exames de sorologia. Se os resultados forem todos negativos, a propriedade é liberada e poderá retomar as suas atividades normais. (F.M.)

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