Os pecuaristas envolvidos na ''crise da aftosa'' deverão se reunir hoje de manhã, em Maringá (Noroeste) com assessoria jurídica para decidir qual caminho será tomado. Ontem, eles participaram de uma reunião na sede da Sociedade Rural do Paraná para discutir a questão. Segundo o presidente da entidade Edson Neme Ruiz, cada caso deverá ser analisado separadamente, e inclusive, o problema enfrentado também por toda a cadeia produtiva do Estado, que acumula prejuízos diários.
''A nossa posição é de não conformidade com o diagnóstico do foco, mas iremos analisar as muitas possibilidades de ação'', disse o coordenador do curso de Veterinária do Cesumar, Raimundo Tostes, doutor em Patologia Animal.
''Não sabemos nem porque as propriedades foram confirmadas como foco de aftosa. Além disso, o Estado está enfrentando um momento complicado e o ministério (da Agricultura, Pecuária e Abastecimento) não volta atrás. Iremos tentar achar uma saída para resolver o problema do Paraná'', comentou o pecuarista Alexandre Turquino. Já o pecuarista Bruno Alexandre Von Der Leyen disse que vai aguardar um comunicado da Seab para saber ''com base em quê'' a sua propriedade foi considerada foco de aftosa. (F.M.)

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