Hora de comprar tênis
  A on­da de pro­mo­ção tam­bém en­vol­ve os tê­nis, pro­du­tos con­si­de­ra­dos ca­ros, prin­ci­pal­men­te se for de mar­ca re­co­nhe­ci­da no mer­ca­do. Pes­qui­san­do, é pos­sí­vel en­con­trar mo­de­los de R$ 299 por R$ 99. ‘‘No ge­ral, es­ta­mos com des­con­tos de até 50%, mas há mo­de­los que bai­xam mui­to ­além dis­so por ter pou­ca nu­me­ra­ção dis­po­ní­vel. Aí fi­ca di­fí­cil ­vender’’, ex­pli­ca o ven­de­dor de uma lo­ja. Es­te não é o ca­so de um tê­nis de mar­ca tra­di­cio­nal, que es­tá sen­do ven­di­do a R$ 379 mas já cus­tou R$ 549 há cer­ca de ­dois ­anos. Tem nu­me­ra­ção e o que é me­lhor: o mo­de­lo é atua­li­za­do.

Café dos bons
Ao be­ber seu ca­fe­zi­nho, o con­su­mi­dor bra­si­lei­ro po­de ter cer­te­za de de­gus­tar uma be­bi­da de qua­li­da­de ga­ran­ti­da. A par­tir des­te ano, as con­di­ções dos pro­du­tos ofe­re­ci­dos à po­pu­la­ção se­rão exa­mi­na­das por fis­cais fe­de­rais agro­pe­cuá­rios, em cum­pri­men­to à uma re­gu­la­men­ta­ção téc­ni­ca cer­ti­fi­ca­da pe­lo Mi­nis­té­rio da Agri­cul­tu­ra. Ne­nhum ou­tro ­país pro­du­tor de ca­fé tem uma le­gis­la­ção que es­ta­be­le­ce pa­drões mí­ni­mos de iden­ti­da­de e de qua­li­da­de pa­ra a clas­si­fi­ca­ção do ca­fé em ­grão tor­ra­do e ca­fé tor­ra­do e moí­do, sob o pon­to de vis­ta de sa­bor, aro­ma e tor­ra.

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