Paulinho, da Força, diz que ameaça de demissão é 'pressão'
O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Siva, o Paulinho, disse ontem, na abertura do 4º Congresso Nacional de sua entidade, que os trabalhadores irão resistir ao processo de demissões que pode ocorrer no País em consequência do racionamento de energia. Vamos resistir às demissões e não aceitaremos negociar benefícios em troca do emprego, disse. Ele defende o banco de horas como única opção viável, mas lembrou que há resistência dos trabalhadores.
Paulinho acha que a ameaça de demissão que está no ar pode ser também uma pressão dos empresários para não dar aumento salarial. Por conta dessa dúvida, ele está pregando que se dê um tempo para a situação ficar mais clara. Vamos esperar mais um mês para ver se isso é verdade.
Já o pré-candidato a presidente da República pelo Partido Popular Socialista (PPS), Ciro Gomes, mostrou-se muito preocupado com a questão energética. Este é o momento de maior incerteza na história moderna brasileira, disse ele, destacando que a saída para essa crise não está em apenas criticar os sabores desagradáveis, como desemprego, violência e apagão, mas envolver a sociedade num grande esforço de convergência para um debate pluralista da questão.





