No aeroporto de Londrina, o gerente de logística Felipe Pires diz que não percebeu diferença na lotação ou nas tarifas das passagens aéreas neste ano. "Em 80% das vezes, viajo a trabalho e a única diferença é que não vejo mais tantas promoções", conta. Apenas para as férias ele considera uma mudança de planos. "Queria ir para o exterior, mas, com a alta do dólar, vou ficar pelo Brasil."
A estudante Carla Soavinski conta que são raras as vezes em que consegue um voo que não esteja lotado, mas que os preços eram altos em 2014 e continuam exagerados hoje. "Moro em Brasília e minha família é daqui, então venho duas vezes por ano porque é caro e não tenho como vir mais vezes."
Já o gerente executivo Carlo Erbano percebeu menor procura pelos assentos especiais das companhias aéreas. "Sou alto e tinha dificuldade de conseguir lugares com mais espaço, mas ficou mais fácil neste ano. Também conseguia usar minhas milhas e está ficando mais difícil de completar os trechos, mas são as únicas diferenças que vi." (F.G.)

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