Entre todas as atividades de responsabilidade social executadas pela Cooperativa Agroindustrial Corol, uma das mais antigas é o Comitê Singular Feminino Central. Formada por associadas, esposas e filhas de cooperados, o programa pretende estimular a participação da mulher na vida da entidade em diversas áreas. Segundo Marilise Zagabria, assessora de cooperativismo da entidade, durante os 23 anos de existência do projeto muitas coisas mudaram.
  Antes eram grupos pequenos e de mulheres que viviam ao redor de Rolândia. Atualmente são 35 grupos, com cerca de 20 pessoas cada um, distribuídos em todas as áreas de atuação da cooperativa – 34 municípios. ‘‘O objetivo é sempre oferecer cursos às mulheres, melhorar a renda da família e contribuir para o desenvolvimento das pessoas’’, comenta Marilise.
  Conforme Humberto César Bridi, coordenador de desenvolvimento humano do Sescoop-PR, ofertar cursos e oportunidades às pessoas que de alguma forma têm relação com as cooperativas é contribuir para a melhoria da qualidade de vida. Estudo realizado pela Ocepar aponta que em municípios que têm cooperativas o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) é melhor. ‘‘Porque proporcionamos oportunidades à comunidade’’, enfatiza. (E.Z.)

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