Parques, pólos e tecnópoles: as diferenças
O estudo de Maria Elizabeth Lunardi é resultado do curso de especialização em Gestão Técnica do Meio Urbano, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. A monografia se propõe a analisar os parques e pólos tecnológicos de Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. Um dos aspectos interessantes do trabalho é explicitar as diferenças entre parque e pólo tecnológico e tecnópole.
Parques tecnológicos são empreendimentos para apoiar a conversão de conhecimento em produtos e serviços, seja através da oferta de instalações com equipamentos ou de incubadoras de empresas. Dois ou mais parques caracterizam um pólo tecnológico. Já uma tecnópole é uma cidade inteiramente voltada para a tecnologia.
O Centro Internacional de Software de Curitiba é um parque. Florianópolis tem um pólo tecnológico formado por dois parques. Em dez anos de atividade, a incubadora tecnológica de Florianópolis já auxiliou 14 empresas, que faturaram R$ 10 milhões em 1996. A cidade planeja se converter em uma tecnópole, assim como Porto Alegre.
No Rio Grande do Sul, o projeto Porto Alegre Tecnópole é uma iniciativa conjunta da Universidade Federal e da Secretaria Municipal de Indústria Comércio e Produção. (L.L.)





