Curitiba - A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (Appa) informou ontem que, desde o dia 1º de janeiro, foram recusados cerca de 6 mil caminhões carregados com soja em grãos, em razão do trabalho realizado pela Empresa Paranaense de Classificação de Produtos (Claspar). As cargas foram impedidas de serem descarregadas por causa de vários problemas, como umidade e impureza. A última suspensão de desembarque ocorreu quarta-feira, quando seis caminhões tiveram de retornar aos seus locais de origem porque foram verificadas sementes tratadas com fungicidas.
O trabalho de fiscalização das cargas, que vem sendo feito há quatro anos, foi incrementado no ano passado com a verificação de presença de organismos geneticamente modificados, em razão da proibição de exportação desses produtos pelo terminal paranaense. De janeiro até agora, 722 veículos carregados com soja apresentaram fator positivo para transgenia e foram recusados pela Claspar.

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