Curitiba O Paraná obteve o sétimo melhor desempenho no setor industrial, em novembro de 2004, entre 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A indústria paranaense cresceu 15,5%, em comparação a novembro de 2003, acumulando, no ano, alta de 9,5% e de 9,2%, nos últimos 12 meses. O índice nacional, em novembro do ano passado, ficou em 8,1%. O Paraná também superou os índices de Santa Catarina (12,1%) e do Rio Grande do Sul (3,2%). A Bahia foi o Estado de maior destaque com crescimento, no mês, de 30,5%.
O segmento de edição e impressão, com crescimento de 182,1% em novembro, foi o que exerceu um dos maiores impactos positivos. No entanto, segundo avaliação do IBGE, o desempenho foi atípico e motivado pelo aumento na produção de livros e impressos didáticos em função das encomendas do governo. A baixa base de comparação (novembro de 2003) também contribuiu para o crescimento elevado.
Outros dois setores que, no resultado geral, exerceram maior influência foram os de veículos automotores (66,9%) e alimentos (7,9%), com aumento nas produção de caminhões e açúcar cristal, respectivamente. Tiveram queda na produção os ramos de máquinas e equipamentos (-13,6%) e produtos de metal (-15,0%), influenciados pela má performance na produção de máquinas para colheita e guarnições e ferragens para móveis, respectivamente.
De janeiro a novembro, período em que a produção teve um ritmo bem acima do registrado em 2003, que foi de 5,7%, três segmentos merecem destaque: veículos automotores (47,5%); edição e impressão (41,4%); e máquinas e equipamentos (18,2%). Por outro lado, quatro das 14 atividades industriais pesquisadas tiveram recuo na produção, cabendo as maiores pressões negativas a refino de petróleo e produção de álcool (-13,8%), ainda como reflexo da parada técnica da Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária, e outros produtos químicos (-10,2%).

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