Investimentos em engenharia de produção, profissionais capacitados e pesquisa de tendências são os elementos essenciais para o desenvolvimento de roupas com valor agregado e capazes de competir tanto no mercado interno quanto no externo, segundo os presidentes dos sindicatos ouvidos pela FOLHA.
''Atualmente, os empresários precisam acompanhar a tendência mundial e sair na frente. Não é mais como antigamente, quando as confecções aguardavam sair as coleções do exterior para depois lançar as próprias'', ressalta o presidente do Sindicato das Indústrias do Vestuário de Cianorte (Sinveste), Wilson Becker.
De acordo com o presidente do Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá (Sindvest), Carlos Roberto Pechek, o Paraná já vem criando uma identidade de moda, com marca própria. ''A indústria têxtil paranaense não é apenas uma facção. Aqui criam-se produtos diferenciados'', sintetiza.
Para o presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário do Paraná (Sivepar), Marcos Tadeu Koslovski, o fator de sucesso da moda paranaense foi ter investido em nichos de mercado, produtos personalizados e com controle de custos elaborado. (C.V)

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