Há 49 indicações de procedência já reconhecidas pelo Inpi (Instituto Nacional da Propriedade Industrial) no País, das quais seis em regiões do Paraná. Tratam-se do Norte Pioneiro com o café, Carlópolis com a goiaba, Marialva com as uvas finas de mesa, São Matheus do Sul com a erva-mate e derivados, Oeste do Paraná com o mel e a Colônia Witmarsun, que receberá durante o evento, em Minas, o certificado para o queijo colonial que produz. Ainda, Ortigueira e o mel produzido na cidade tem uma das 18 denominações de origem nacionais, que diferem por representarem condições humanas ou ambientais que somente são encontradas naquele local.

Mais cinco projetos ainda estão em análise desde 2015. São a cachaça e a aguardente de Morretes, a farinha de mandioca do Litoral, o melado e o açúcar mascavo de Capanema, além da bala de banana de Antonina. O quinto é o barreado do Litoral, que será a primeira indicação de serviço gastronômico, que inclui a forma em que o prato é servido e a sequência de sabores. No total, o Paraná tem 10% das 120 inscrições reconhecidas ou em andamento no INPI. (F.G.)

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