Paraná registrou crescimento de 1,7%
PUBLICAÇÃO
sábado, 15 de novembro de 2003
Andréa Bordinhão<br>Equipe da Folha 
Curitiba A indústria do Paraná registrou crescimento de 1,7% em setembro, com relação ao mesmo mês de 2002. No acumulado de janeiro a setembro, o setor também apresentou alta de 2,8%, enquanto na comparação dos últimos 12 meses houve o maior crescimento, de 3,9% (em agosto esse índice era de 4,7%). Entre as 12 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Paraná foi a que teve o terceiro menor crescimento, perdendo só para o Ceará e para o Rio de Janeiro, que apresentou resultado negativo. O desempenho nacional da indústria em setembro, em comparação com o mesmo período do ano passado, foi positivo em 4,2%. Os números são da Pesquisa Industrial Mensal Produção Física, realizada pelo IBGE.
Dos 19 setores industriais pesquisados, nove apresentaram alta no Estado em setembro, em comparação com o mesmo mês do ano passado. Os destaques são a indústria mecânica (21,6%) e a madeireira (14,7%). Já as piores quedas ficaram por conta da indústria de minerais não metálicos (-12,3%) e de papel e papelão (-0,8%). Já no acumulado de janeiro a setembro, 11 setores apresentaram crescimento, sendo que a maior alta veio da indústria mecânica (26,7%) e a pior queda foi da indústria do setor de matérias plásticas (-17,8%). Os segmentos de papel e papelão e minerais metálicos também caíram no acumulado dos nove primeiros meses do ano: -5,2% e -4,8%, respectivamente.
Na região Sul, a indústria cresceu, em setembro, 3,8% na comparação com igual mês do ano anterior. Também apontaram aumentos os indicadores do acumulado de janeiro a setembro (0,9%) e dos últimos 12 meses (1,7%). No resultado mensal, o melhor destaque foi a indústria mecânica (20,9%) e o pior a de matérias plásticas (-14,2%). Já no acumulado do nove meses, a indústria mecânica também teve destaque de crescimento (19,1%) e o pior índice foi de produtos alimentares (-3,2%). Nos últimos 12 meses, as contribuições positiva e negativa mais relevantes foram da indústria mecânica (18,7%), novamente, e de vestuário e calçados (-9,4%).


