O Paraná vai precisar investir R$ 360 milhões em contratação de pessoal, reestruturação de barreiras sanitárias nas fronteiras, fortalecimento de conselhos municipais de sanidade agropecuária, entre outras medidas, para atingir o status de área livre de febre aftosa sem vacinação.

Segundo previsões da Secretaria de Estado de Agricultura e Abastecimento (Seab) e da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (Faep), o Estado é capaz de conseguir o reconhecimento internacional da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) em 2014.

Saiba os passos necessários para erradicar a aftosa dentro de três anos na matéria de Andréa Bertoldi.

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Conquista deve ampliar mercado e melhorar preços

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