Curitiba – A economia de energia no Paraná atingiu 1%, durante o horário de verão, que será encerrado amanhã. Para a Copel este resultado é o efeito acessório do horário de verão. O impacto maior foi o alívio no consumo obtido entre 18 e 21 horas, folga que permitiu à empresa acumular uma potência reserva que dá segurança para reduzir ou evitar defeitos mais graves no sistema, caso eles ocorressem.
Com o horário de verão, a Copel deixou de injetar 4,8% de energia durante o período de maior demanda, que corresponde a uma potência de 150 Megawatts (MW). Este valor equivale à metade do potência de uma turbina da usina de Salto Caxias, ou a necessidade de atendimento de toda a região Sudoeste do Estado ou da região de Maringá e cidades vizinhas, no horário de pico.
O horário de verão termina oficialmente na passagem do dia 16 para 17 de fevereiro de 2002 e estava vigente desde a zero hora do dia 14 de outubro de 2001, abrangendo os estados das regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste, Nordeste, além de Tocantins, na região Norte e o Distrito Federal. O horário de verão vem sendo adotado consecutivamente no País desde 1985.
Para o setor elétrico, o horário antecipado em uma hora proporciona o benefício da redução da carga máxima no horário de maior consumo, entre 18 e 21 horas, do sistema interligado brasileiro. Isto acontece porque a presença da luz solar retarda o uso da iluminação artificial, fazendo com que a coincidência do consumo da energia elétrica doméstico com iluminação pública, seja amenizada.

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