Migrar de uma operadora de saúde para outra, aparentemente com o mesmo tipo de atendimento, pode representar uma tremenda dor-de-cabeça para usuários desavisados. O alerta foi dado por Fabio Pozza, superintendente de Desenvolvimento e Mercado da Unimed. Segundo ele, o primeiro passo antes de optar por outra empresa é preciso avaliar o suporte da rede de hospitais e de médicos.
Pozza pondera que o cliente arrependido com o atendimento da operadora de destino, pode acabar sofrendo prejuízos. ''Ao querer voltar para operadora de origem, o usuário terá que cumprir carência devido o preço ser maior'', justifica.
O superintendente informou que a Unimed atende Londrina e mais 28 municípios da região Norte do Paraná, tendo cerca de 140 mil associados. Ele, entretanto, ressalva que dos clientes associados, a insatisfação é quase inexistente. ''A chave para não perder clientes com a portabildade é a qualidade nos serviços prestados'', comenta.
Ele informa que já existia uma prática no mercado de aproveitamento de carência de planos de outras operadoras de origem. ''As operadoras para conquistar clientes de outras operadoras já faziam isso, antes mesmo de existir a normativa da portabilidade''. Segundo ele, a diferença agora é que todo processo de mudança da troca de operadora será documentado (E.P.F.).

mockup