O ex-ministro da Fazenda Maílson da Nóbrega afirmou ontem que existem oito sérias ameaças na área tributária em discussão em Brasília. Ele as classifica, ironicamente, como ‘‘um verdadeiro saco de maldades’’ para os contribuintes pessoa física e pessoa jurídica.
Os oito pontos são os seguintes: 1) a idéia da CPMF permanente, algo que Maílson considera extremamente danosa ao mercado de capitais; 2) contribuição de solidariedade; 3) imposto de renda mínima para pessoa jurídica; 4) alíquota uniforme para pessoas físicas; 5) fim do abatimento dos juros pagos sobre o capital próprio das empresas; 6) tributação dos fundos de pensão; 7) a tributação por presunção, algo que o ex-ministro acha que aumentaria enormemente o espaço para corrupção dos fiscais; 8) quebra do sigilo bancário. Segundo ele, estes pontos representam uma inibição inaceitável para o desenvolvimento do mercado de capitais.

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