Para Loyola,instrumento divide responsabilidades
O ex-presidente do Banco Central Gustavo Loyola lembra que, no caso da Argentina, alguns credores que saíram antes da moratória se deram bem em detrimento de outros. ''Com um mecanismo como esse da concordata em discussão, há divisão do custo da reestruturação com o maior número possível de credores.'' Nesse caso, o FMI seria uma espécie de administrador do processo. ''Em crises recentes, o Fundo acabou sozinho.''
Na verdade, durante muito tempo, a expectativa foi que o FMI novamente daria a bóia de salvação, o que não ocorreu. ''Esse novo instrumento terá que vir por meio de um tratado internacional, aprovado pelos parlamentos de cada país.''





