A Fundação de Apoio à Pesquisa e ao Desenvolvimento do Agronegócio (Fapeagro) comemora as duas décadas de serviços de olho no futuro do setor. A entidade promoverá uma tarde de palestras nesta quarta-feira, dia 16, no auditório do Aurora Shopping, em Londrina, com palestras sobre a importância de uma fundação, questões jurídicas que envolvem os projetos gerenciados, a importância de se renovar na área e a sustentabilidade do agronegócio, como política pública a ser formulada e implementada.
O presidente da Fapeagro, Antonio Carlos Rodrigues da Silva, afirma que a entidade está atenta ao nicho do cooperativismo, forte no Paraná, e que buscará atuar mais para a geração de renda e de empregos. "Estamos buscando contato com prefeitos eleitos e representantes de secretarias municipais de agricultura e de meio ambiente, de pequenas cidades, por meio do Emater, para desenvolver propostas para o pequeno produtor", diz.
Também estará presente a promotora do Meio Ambiente de Londrina, Solange Vicentin, que falará sobre o papel do Ministério Público na curadoria das fundações. O pesquisador Eduardo Firmino, do Iapar, abordará a sustentabilidade de órgãos do tipo e apresentará um caso de sucesso com a Fapeagro. Ainda, o diretor de Coordenação e Meio Ambiente da Itaipu Binacional, Nelton Friedrich, falará sobre o programa Cultivando Água Boa e os desafios da sustentabilidade territorial.

Constituição

A Fapeagro é um órgão privado de direito público, sem fins lucrativos, que sobrevive por meio de contribuições que variam de zero a 10% do valor de cada projeto, para gestão administrativa do órgão. São quatro funcionários fixos, além dos contratados temporariamente para a execução de estudos. Toda a formulação administrativa das pesquisas é de responsabilidade do órgão, assim como bens e equipamentos comprados, que são doados aos financiadores ou às entidades públicas após a conclusão do processo. (F.G.)

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