Caso o volume de gás do Poço de Mato Rico seja confirmado pelos testes da Petrobrás, o fato de ser produzido e consumido integralmente no Paraná, gerando ICMS no próprio Estado, deverá ser fundamental na priorização da reserva. A afirmação é do presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel), Ingo Hubert. Ele declarou à Folha, através de sua assessoria de imprensa, que se tiver que optar por colocar no mercado gás de outras origens, disputando com o da região de Pitanga, o produto paranaense deverá ser priorizado. Hubert também acredita que o prazo para o suprimento de gás no Norte do Estado poderá ser abreviado com a confirmação da capacidade da reserva de Mato Rico. Ele afirmou, porém, que a descoberta da reserva não altera os estudos de viabilidade de um ramal do gasoduto Bolívia-Brasil ligando Bauru (SP) a Londrina.

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