O ministro Edward Amadeo (Trabalho) disse que o comportamento da taxa de desemprego em agosto, 7,8%, foi ‘‘excelente’’ para o período. Houve uma queda de 0,22 ponto percentual em relação ao mês anterior (8,02%). Por esse raciocínio, no mês, o mercado de trabalho conseguiu produzir 177 mil novos postos, enquanto a média anual de criação de empregos em agosto, nos últimos cinco anos, foi de 126 mil vagas.
Com o desempenho de agosto, 149 mil pessoas que ingressaram no mercado de trabalho foram absorvidas. Outras 28 mil pessoas que estavam desempregadas foram contratadas. Amadeo disse que, tradicionalmente, há redução da taxa em agosto por causa da reativação das indústrias, com as compras do final de ano. Além disso, até então, o governo sinalizava com redução das taxas de juros.
O ministro não quis fazer previsões para os próximos meses, mas usou o verbo no passado para falar do desempenho do mercado de trabalho em agosto. ‘‘Havia sinais claros de recuperação do emprego em agosto.’’ Segundo Amadeo, o desempenho do último trimestre do ano será resultado da soma de fatores sazonais, que jogam a favor da redução das taxas de desemprego, e da elevação dos juros no mercado interno. ‘‘Com a crise, as previsões mais otimistas devem ser afastadas’’.

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