O ministro Pratini nega mas o governo estuda outras medidas como a importação de álcool anidro, importação da mistura denominada MEG (metanol, etanol e gasolina) e a quase certa realização dos leilões de álcool. E pode, ainda, autorizar a importação de álcool pelo setor privado, que poderá comprar o produto dos Estados Unidos (derivado do milho) e da União Européia (derivado de uva). Para isso, no entanto, o governo terá de reduzir o Imposto de Importação do produto, que hoje consta da lista de exceção à TEC (Tarifa Externa Comum do Mercosul) e é de 25%. Esta redução será necessária para que o preço se torne menos oneroso, levando em conta que o metro cúbico do produto (mil litros) no mercado internacional está em torno de US$ 300, segundo técnicos do setor. Além disso, teria que compensar custos com o frete, que é de US$ 30 por mil litros.

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